Em consulta psiquiátrica, foi constatado que o surto psicótico foi desencadeado pela combinação de clonazepam com bebida alcoólica.
De acordo com a denúncia, no dia 31 de agosto de 2024, por volta das 21h12, no interior do “Bar Tatu Bola” Lizani teria supostamente injuriado dois funcionários, utilizando-se de elementos referentes a raça, cor e etnia.
Conforme consta no prontuário médico, Lizani foi encaminhada a um posto de saúde com diagnóstico de surto psicótico. Durante o atendimento, apresentava sinais de depressão, mas colaborou com os profissionais de saúde. Importante ressaltar que ela não se recordava dos acontecimentos no momento do resgate.
Na chegada ao posto de saúde, Lizani foi recebida em uma maca devido ao seu estado clínico e apresentava hematomas visíveis, indicando possíveis episódios de agressão ou lesões durante o surto. Posteriormente, em consulta psiquiátrica, foi constatado que o surto psicótico foi desencadeado pela combinação de clonazepam com bebida alcoólica.
Além disso, diversos relatos de pessoas próximas à acusada, anexados aos autos reforçam que Lizani não possui histórico de comportamento violento ou racista.
Seu histórico social e conduta são incompatíveis com os atos pelos quais está sendo acusada, levantando dúvidas sobre sua intencionalidade ao cometer os supostos delitos.
O caso segue em análise pela Justiça, e a defesa busca demonstrar que Lizani não teve intenção consciente e voluntária de cometer os atos narrados na denúncia, solicitando a rejeição da acusação com base nas evidências apresentadas.
